PASTORAL DA JUVENTUDE

PASTORAL DA JUVENTUDE é ação organizada dos jovens que são Igreja junto com seus pastores e com toda comunidade para aprofundar a vivência de sua fé e evangelizar outros jovens com opção evangélica preferencial e consciente pelos jovens das classes populares e pelos jovens marginalizados, em vista da construção de um mundo mais fraterno e justo, a fim de que se transformem em novos homens e novas mulheres, sendo pois agentes da construção da nova sociedade, guiados pelos critérios evangélicos.

É ação global, coordenada e oficial da Igreja no meio da juventude, animada pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e em profunda sintonia com os objetivos, as prioridades e as orientações da Arquidiocese de Manaus.

Se diz Pastoral “DA” Juventude e não “DE” Juventude. Se fosse “de” Juventude, seriam os outros: padres, religiosos(as), adultos e leigos, trabalhando para os jovens. Ou seja, não seríamos sujeitos de nossa história. Mas sendo Pastoral “da” Juventude significa dizer que o compromisso primeiro de fazer o que Jesus fez no meio da juventude, é do jovem. “É o jovem evangelizando o próprio jovem!” PASTORAL DA JUVENTUDE é tempo de descoberta pessoal, grupal e da sociedade. O jovem começa a ouvir, ver e sentir toda a realidade que o envolve que faz parte dele. Sente, então, o apelo de Deus e tenta dar uma resposta, percebe que o grupo de jovens tem de avançar. Já não se pode ficar só na reflexão e oração. É necessário partir para a AÇÃO. Fazendo isso, estamos atendendo o chamado de Deus!!

NOSSO SIMBOLO

O símbolo da Pastoral da Juventude surgiu de um concurso nacional realizado entre o final dos anos 80 e início dos anos 90. Foi criado pelo, então jovem, Cristiano, do Regional Sul I, hoje já adulto e casado. O símbolo da PJ representa uma cruz estilizada, como se ela estivesse deitada no chão, servindo de estrada, um caminho, rumo à “Civilização do Amor”, tão citada em nossos documentos e proferida pelo saudoso Papa Paulo VI para os jovens de todo planeta.

A cor vermelha do nosso símbolo é a cor da paixão. Paixão de Cristo por nós, paixão pelo novo, pelo protagonismo juvenil, pela utopia. E quando realmente estamos apaixonados, a gente respeita, a gente cuida, a gente ama. Enfim, amar nos leva a “Civilização do Amor”.

Mas afinal, o que é essa “Civilização do Amor”? A “Civilização do Amor” nada mais é que a concretização do Reino de Deus aqui na terra. Nós acreditamos que o Reino de Deus se iniciará aqui quando o homem novo e a mulher nova tomarem consciência que um outro mundo é possível.

NOSSA IDENTIDADE

PASTORAL: A palavra vem de pastor (aquele que orienta o rebanho) é uma atividade da igreja (povo + clero). A Pastoral da juventude é organizada, desenvolvida e executada por jovens.

DA: Como já comentado no primeiro tópico deste texto, esta pequena palavra dá um sentido muito importante para a nossa identidade. Pois a Pastoral é “da” Juventude e não “de”  Juventude, ou seja, ela é nossa! E tudo o que é nosso, a gente cuida com carinho e cuidado. Isso nos ajuda a lembrar que nós somos responsáveis por ela. Somos nós, jovens, quem a fazemos acontecer.

JUVENTUDE: É o momento de transição entre a adolescência e a idade adulta. Apesar disso ser verdade, a ideia de juventude indica muito mais que um simples momento, é a plenitude dos ideais, é sonhar, criar, acreditar e realizar. Enquanto sonhar e acreditar que pode realizar, será sempre jovem.

Somos jovens das diversas realidades regionais do país, na maioria empobrecidos e a exemplo de Jesus Cristo fazemos a opção pelos pobres e jovens. Nos encontramos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, sofrimentos e cultivar a amizade a partir de uma formação integral e mística própria.

O QUE QUEREMOS

Despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo, desenvolvendo com eles um processo global de formação a partir da fé, para formar líderes capacitados a atuarem na própria Pastoral da Juventude, em outros ministérios da Igreja e em seu meio especifico, comprometidos com a libertação integral do homem e da mulher, bem como da sociedade, levando uma vida de construção da Civilização do Amor proclamando:

SIM: à vida, ao amor como vocação humana, à solidariedade, à liberdade, à verdade e ao dialogo, à participação, ao esforço permanente pela paz, ao respeito pelas culturas, ao respeito pela natureza, à integração latino-americana;

NÃO: ao individualismo, ao consumismo, à absolutização do prazer à intolerância, à injustiça, à discriminação, à marginalização, à corrupção e à violência.

O PRIMADO: da vida humana sobre qualquer outro valor ou interesse; da pessoa sobre as coisas; da ética, sobre a técnica; do testemunho e da experiência sobre as palavras e as doutrinas; do serviço sobre o poder; de uma economia solidária sobre a produção de riqueza; do trabalho sobre o capital; da identidade cultural brasileira e latino-americana sobre outras influências culturais hegemônicas; da fé e da transcendência sobre toda tentativa de absolutizar o ser humano.

NOSSA ESPIRITUALIDADE

A espiritualidade é o que nos alimenta e nos dá vida. É o sopro de Deus que age em nosso ser. Todos nós temos já pela escolha de Deus um espírito que nos anima. Essa espiritualidade necessita ser alimentada no dia-a-dia e no contato íntimo com Deus através da palavra, que nos leva a se comprometer com o outro e a outra, com a comunidade e com a transformação de tudo que é contrário ao que Deus quer. Por isso dizemos que a espiritualidade da Pastoral da Juventude é:

Cristocêntrica – centrada em Jesus, amigo companheiro de caminhada.
Mariana – Maria se compromete com o projeto de Deus. É exemplo de fidelidade, disponibilidade, entrega.
Comunitária e eclesial – pois é no grupo e comunidade na que o jovem se identifica, partilha suas experiências e sonhos.
Leiga e Missionária – a presença do espírito nos grupos e comunidades instiga o jovem a servir os outros e a descobrir sua vocação missionária.
Encarnada e libertadora – O filho de Deus se encarna na realidade humana. Tem uma ligação de fé e vida. Tal presença é ativa e efetiva lutando pela libertação.
Orante – valoriza os momentos de oração pessoal e comunitária. A liturgia e as celebrações expressam a espiritualidade que nos alimenta e anima.
Celebrativa – a alegria da juventude manifesta-se na celebração da vida e do Espírito como festa inspirada na vitória pascal. A realização de encontros, festas, liturgia, caminhadas… são momentos de viver o Deus-felicidade que nos anima e revigora para a ação concreta.

NOSSA MISSÃO

Inspirados no documento de Puebla, quando a Igreja fez a opção preferencial pelos (as) jovens, bem como nas orientações para a Pastoral da Juventude do Brasil e da América Latina, podemos definir que a nossa MISSÃO é:

Organizar a ação pastoral a partir e junto à juventude – “jovem evangelizando jovem”;
Possibilitar e acompanhar os (as) jovens a descobrir, ouvir, seguir e comprometer-se com Jesus Cristo e seu projeto, integrando a sua fé com a vida e fortalecendo uma espiritualidade libertadora;
Fortalecer a Igreja libertadora, a partir da experiência do Cristo Ressuscitado, acolhendo os (as) jovens na comunidade eclesial percebendo-os(as) como sinal da novidade da jovialidade de Deus;
Possibilitar crescimento e o aprofundamento da fé para uma maior comunhão com Deus, com as pessoas e com o universo;
Acompanhar a elaboração do projeto de vida, respeitando as opções vocacionais dos diversos ministérios na perspectiva do Reino de Deus;
Partir da realidade pessoal, social, cultural e histórica e do momento atual, indo ao encontro deles (as) como são, tendo como referência o meio específico em que vivem;
Garantir espaços de vivência em pequenos grupos e/ou comunidades, onde possam partilhar alegrias e tristezas, angústias e esperanças, reflexão e ação, oração e celebração, festa, e tudo o que são e querem ser, o que vivem, o que crêem, o que sentem, o que sonham e ousam projetar;
Reafirmar a opção profética e transformadora pelos(as) jovens e empobrecidos(as), colocando-se a serviço de uma nova sociedade;
Criar espaços de participação da juventude na Igreja e na sociedade, percebendo meios eficazes para o exercício da cidadania e o despertar da militância;
Contribuir para que os(as) jovens se tornem protagonistas da construção da civilização do amor, sinal profético do Reino definitivo e de esperança para a juventude na promoção da vida.

PASSOS PARA INICIAR UM GRUPO DE JOVENS

Eu não sou você. Você não é eu. “Mas somos um grupo, enquanto somos capazes de, diferenciadamente, eu ser eu, vivendo com você e você ser você, vivendo comigo.” Enrique Pichon Rivière.

O Grupo de Jovens é o alicerce da Pastoral da Juventude! São as células de nosso corpo!

Mas afinal, o que é Grupo de Jovens da Pastoral da Juventude? A primeira ideia é sempre de um lugar com muitos jovens animados, acolhedores, que falam do evangelho, animam às missas e a comunidade através de gincanas, mutirões, festas, festivais, teatros, etc. Isso tudo faz parte e, naturalmente, e são características que deixam muitos outros jovens curiosos e desejosos em fazer parte.

Mas quando se inicia esta caminhada, descobrimos que existe algo “a mais”! Um Grupo de Jovens de verdade é exigente, têm tarefas, brigas, treinamentos, estudos e muita oração e ação. Na verdade, no grupo se aprende coisas que não se falam na escola ou na família, e isso é bom! Descobri-se então, que é também lugar de crescimento.

O Jovem cresce no Grupo. Mas para isso, além de amor e da opção pelos jovens, expressos em documentos da Igreja latino-americana, é necessário saber como convocar, reunir e o que fazer para que o grupo de jovens caminhe para e frente, e não em círculos. O que pressupõe um jeito de trabalhar em várias etapas pelas quais passam os jovens e, que não podem ser queimadas. O ponto de partida são as necessidades sentidas no contato com a realidade.

O eixo da Pastoral da Juventude são os pequenos grupos de base. Estes grupos que criam laços confrontam a vida com o evangelho e formam lideranças jovens para o engajamento na Igreja e na sociedade.

Esta foi à metodologia usada pelo próprio Jesus Cristo. Não deixando de trabalhar com a multidão, ele dedicou-se à formação dos discípulos, especialmente dos doze.

PEQUENOS GRUPOS

O grupo de base (de 8 a 20 participantes) proporciona uma melhor participação, amizade e partilha de vida, incentiva o trabalho de cada um e favorece a formação integral do jovem. A formação acontece através de todas as atividades: trabalho, namoro, festa, estudo. Tudo tem que andar junto, contribuindo para o jovem crescer e ser feliz.

No grupo, há momentos em que os jovens gostam de falar de si, de sua família, do trabalho, da escola, do lazer. Depois já estão preocupados com a comunidade e seus problemas, no compromisso com a mudança da sociedade. Por isso, uma formação integral apresenta a necessidade de uma pedagogia que engloba a vida toda do jovem, que atenda:

  • A dimensão AFETIVA, ajudando a ser pessoa;
  • A dimensão SOCIAL; integrando o jovem no grupo e na comunidade;
  • A dimensão ESPIRITUAL, ajudando a crescer na fé;
  • A dimensão POLÍTICA, desenvolvendo o senso crítico e ajudando a tornar-se sujeito transformador da história;
  • A dimensão TÉCNICA, capacitando para a liderança, planejamento e organização participativos.

Etapas a percorrer

Para chegar a uma formação integral há que se percorrer etapas, dar passos numa caminhada que acontece no grupo e fora dele.

A primeira etapa é a “infância do grupo” (nucleação). É a descoberta da própria situação e das relações entre as pessoas.

O grupo amadurece um pouco e chega à “adolescência” (iniciação). Começa a olhar para fora e realiza a descoberta da comunidade, dos problemas sociais e da importância da organização.

A “juventude do grupo” (militância) acontece quando, aprofundando sua ação e reflexão, o jovem realiza a descoberta da sociedade e da dimensão política e social da fé, comprometendo-se com a transformação da sociedade.

A formação integral, educação na fé, é um processo que se desenvolve através da formação na ação. A própria ação deve criar a necessidade da busca de conteúdo.

O desafio está em construir uma pastoral de pequenos grupos e, ao mesmo tempo, a necessidade de momentos/encontros de massa, importantes na motivação, animação dos jovens e nucleação de novos grupos. A PJ não tem a pretensão de atingir todo mundo, mas quer ser fundamento de uma proposta de vida e esperança para os jovens.

É importante que os grupos de uma mesma paróquia, as paróquias de uma mesma área, as áreas de uma mesma diocese, as dioceses de um mesmo regional se encontrem para crescer juntos e construir uma Pastoral da Juventude organizada e ser testemunho de um novo jeito de viver e expressar a nossa fé.

VENDO MAIS DE PERTO AS ETAPAS DE UM GRUPO DE JOVENS

CONVOCAÇÃO

Um aspecto importante é a convocação. Sempre é tempo de convocar. A convocação é a dinâmica que garante a vida renovada em nossa prática junto aos e às jovens. Ela se caracteriza pela motivação, pela informação e por um despertar dos/as adolescentes e jovens às propostas educativas que a Pastoral da Juventude oferece em cada realidade, a partir dos ambientes e espaços onde os/as jovens vivem, considerando aspectos da arte (teatro, dança, música…) ou de esporte (jogos, caminhadas, excursões…). A convocação é um convite aberto a todos/as os/as jovens e é planejada com atividades curtas e massivas.

Estas formas de convocação devem ser realizadas de modo orgânico e convergente, tendo como meta motivar os/as jovens para o amadurecimento integral. Envolver os/as jovens que já estão na vida de grupo nestas atividades é uma garantia que a Pastoral da Juventude vá mais além do grupo, porque concretiza o que costumamos afirmar com insistência, quando falamos de “jovens evangelizando outros jovens”. Além disso, leva-os a realizar pequenas atividades para que sejam construtores deles/as mesmos/as e da Pastoral da Juventude. Trabalha-se, de modo especial, a dimensão missionária da Pastoral da Juventude. Isso se dá, por exemplo, organizando missões jovens nos diversos meios onde estes/as jovens se encontram.

NUCLEAÇÃO

Na nucleação, a pedagogia diz-nos que o ideal é formar grupos pequenos para que as pessoas se conheçam melhor e se tornem instrumento privilegiado de evangelização. É na nucleação que o(a) jovem vai compreender como é importante e bom conviver em grupo. É importante investir muito na integração.

Os grupos normalmente formam-se por meio do convite pessoal, pelo testemunho de outros(as) jovens já engajados, após encontros de jovens, nos festivais e eventos artísticos, depois da conclusão do Crisma, nos eventos litúrgicos mais fortes (como a Páscoa), entre tantas oportunidades.

Nessa etapa, as relações pessoais são mais importantes do que a doutrina. Trata-se de uma fase em que o(a) jovem ainda não despertou para a ideia de ser fermento em seu meio. Por isso, é preciso deixar bem claro: o grupo ainda não existe só porque o pessoal está indo aos encontros. Serão necessários alguns meses de reuniões ou encontros para o grupo ser grupo de verdade! Esse tempo de “gestação” poder durar três meses ou mais.

Os jovens vão se conhecendo, se integrando e descobrindo nas reuniões o que é ser grupo, sua importância, os valores de um trabalho em equipe, como organizá-lo, como atuar nele, qual será seu programa e objetivo.

Essa etapa chama-se “descoberta do grupo”, porque este ainda não é grupo, não é comunidade. É necessário esquentar o motor antes de dar a partida.

Alguns temas que podem ser tratados aqui devem falar dessa fase que o grupo vive, como a amizade, a boa comunicação. O possível resultado será o sentimento de união entre eles: “todos são bons e devemos fazer o possível para não surgirem conflitos”.

INICIAÇÃO

Estamos entrando no período da iniciação. É fundamental que se tenha em mente que a evangelização do(a) jovem é feita mediante um processo educativo não formal. O encontro de jovens não é aula de religião e doutrina. Transmitir a mensagem por meio da arte, da brincadeira, da música, da dinâmica, da cultura, da expressão corporal, é recuperar o sentido lúdico da evangelização juvenil.

Em muitos lugares, a PJ não consegue firmar-se por causa da atitude centralista de alguns membros da Igreja. Alguns líderes das comunidades têm dificuldade de entender o processo de amadurecimento da fé e do compromisso do jovem. Sabemos que a juventude vive um período da vida voltado à aventura da liberdade, da espontaneidade, da flexibilidade e que, nessa etapa, seu sentimento diante das instituições é de rebeldia. Assumir o compromisso é um processo lento e gradual.

Ainda não é hora de grandes atividades ou projetos. É momento de formação. O jovem descobre o grupo, sua comunidade, vê o problema social, percebe que não está sozinho nessa caminhada e que essa empreitada possui uma organização. Descobre, também, que os problemas têm uma raiz estrutural. É a fase dos conflitos, na qual as limitações começam a aparecer. A questão não é a limitação, mas como ela é encarada. Superando-se essas dificuldades, o grupo torna-se mais unido. Avaliações da caminhada ajudam a vencer estas barreiras.

No campo afetivo, começam a surgir os subgrupos a partir das relações interpessoais. Esse momento caracteriza-se pela ansiedade e pelos questionamentos. Por um lado, sente-se o desenvolvimento e o avanço do grupo e, por outro, a preparação para saltos de independência.

MILITÂNCIA

O processo de militância é a etapa em que o jovem desperto para o compromisso sério. É momento de conversão. Possui três critérios:

  • Fé amadurecida: a fé sem obras é morta (cf. Tg 2,26). A fé em Jesus Cristo é mais forte que o seguimento de qualquer ideologia. É por meio dessa fé que o(a) jovem vai perseverar.
  • Compromisso: pode-se contar com o(a) jovem, ele(a) não está brincando de fazer PJ.
  • Dimensão libertadora e transformadora: é líder, não se deixa manipular, tem consciência crítica.

Um grupo militante não precisa encontrar-se com a mesma frequência que o período da iniciação, pode ser toda semana ou cada 15 dias. Mas é importante que se reúnam, troquem experiências, dores e alegrias. Assim, não perdem o vínculo com a comunidade e nasce outra forma se ser grupo. Este morre como “grupo”, mas renasce como “grupos”, à medida que alguns militantes investem na formação de outros jovens. Devem-se valorizar as militâncias grupais, pois elas fazem parte do processo de formação da PJ.

Os espaços de atuação estão em dois focos: o espaço pastoral e os organismos intermediários. Muitos militantes, ao saírem dos grupos, continuam a trabalhar na comunidade, na sociedade e na PJ como assessores. Verifica-se o engajamento nos movimentos sociais, nos partidos, nos sindicatos, nas uniões de moradores, no movimento estudantil, nos conselhos tutelares, na pastoral da terra, na catequese, na pastoral vocacional. Muitos optam pela vida religiosa.

Alguns jovens até conseguem desenvolver a militância nos dois espaços (no pastoral e nos organismos intermediários). Isso é importante. Quem atua nos movimentos sociais deve estar presente na comunidade para alimentar e celebrar sua fé. Seu testemunho anima quem está somente com a militância pastoral. Estes devem, pelo menos, ter um testemunho de compromisso social.

A militância se dá em três locais: na comunidade, na PJ e nos meios específicos. Chegamos ao ponto. Normalmente, a atuação na comunidade e na PJ é o caminho mais natural. Muitos jovens, porém, perceberam que a evangelização poderia ficar restrita, que talvez não fosse missionária. Então se dirigiram para onde o jovem estava: na escola, na fábrica, na periferia. A ideia como vê, não é nova. Ela nos lembra dos momentos da JAC, JEC, JIC, JOC, JUC, que foram bons caminhos.

Metas 

Fortalecer e aprofundar a caminhada da Pastoral da Juventude, no segmento de Jesus Cristo, capacitando os jovens para assumir a evangelização dos outros Jovens, como fermenta, encontros e formações, que sejam alegres e criativas, para que o Jovem se sinta acolhida pela Igreja, tendo sua experiência diária com Jesus Cristo, assim sendo testemunhas do reino de Deus, fazendo a diferença na sociedade.

Fortalecer os grupos de Jovens:

Ação: planejamento dos encontros, convite aos jovens, fazer do encontro um momento de partilha, amizade, fé e conhecimento.
Usar a coleção de livros (trilha e IVC) para auxiliar na preparação dos encontros de jovens.
Formação para assessores e jovens, juntos a PJ / setor Parque 10.

Fortalecer a identidade dos Grupos de Jovens nos Serviços Pastoral e Social:
Na pastoral: Participar da vida da comunidade, contribuindo na liturgia.
No Serviço Social: organizar campanhas junto à comunidade.

  • Máximo de 20 Jovens para cada grupo:
  • Convidar mais Jovens para participarem dos grupos.
  • Despertar a liderança da Juventude para a comunidade.
  • Divulgação dos Grupos de Jovens.
  • Pratica de esportes

Coordenação da AMSL

Cooperador Franco Lindemberg
Assessor Leonardo luís Negreiros
Coordenadora Márcia Vanessa Santos da Silva
Vice Shelzia Guedes da Silva

Coordenação por Comunidade

COM. SANTO EXPEDITO
Coordenador: Matheus Oliveira
Secretaria: Aderlane Pineiro
Assessor: Valcimar Negreiros

COMUNIDADE SÃO PAULO APÓSTOLO
Coordenador: Hemerson Mendes de Freitas
Vice: Alessandra Encarnação
Secretaria: Luísa Bernardino Geber

COM. RAINHA DA PAZ
Coordenador: Rodrigo José Cardoso Arce
Vice coordenador: André Lucas Valois Miranda
Secretária: Lígia da Silva dos Santos.